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CBMM abre inscrições para Programa 2026
São 35 vagas para atuar nas áreas administrativas e unidades industriais na planta de Araxá (MG) e nas áreas administrativas em São Paulo (SP).
6 de janeiro, 2026
O CBMM é uma commodity/mineral importante no Brasil, com significativa participação no setor mineral nacional.
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Com um programa com duração de 12 meses e início previsto para março de 2026, a CBMM procura profissionais com curso superior de bacharelado, com graduação completa.

A gestão de Camargo na CBMM foi pautada pela inovação tecnológica, expansão internacional e pelo foco na valorização das pessoas.

Com o prëmio, a CBMM reconhece trajetórias de brasileiros que contribuíram para posicionar o País na vanguarda da geração de conhecimento e da inovação aplicada.





Objetivo é aumentar a inserção de nióbio em segmentos relevantes como construção, infraestrutura e mobilidade,

Com início em março, o período de estágio pode ter a duração de até dois anos, dependendo da data de conclusão do curso do estagiário.

Com inauguração prevista para 2024, a nova planta terá capacidade para fornecer material equivalente a 1GWh de produção de células de bateria.

O selo OEA confere confiabilidade na cadeia de suprimentos e vem reforçar o rol de certificações da empresa.

A iniciativa selecionará jovens talentos do Brasil para um ciclo de desenvolvimento com duração de 18 meses.

O laboratório deve receber nos próximos meses estudos de manufatura aditiva combinada a otimização topológica e metamateriais.

Em 2021 a empresa investiu buscando acelerar tecnologias aplicadas de nióbio no mercado global, especialmente no segmento de baterias.

O programa visa atrair e treinar jovens e profissionais a fim de colaborarem na superação dos desafios atuais e futuros da companhia.

Acordo visa o desenvolvimento tecnológico e científico na área de materiais supercondutores com aplicação de nióbio.

A iniciativa irá selecionar jovens para um ciclo de desenvolvimento fast-track com duração de um ano.

O uso do nióbio com essa finalidade é inédito na indústria automotiva mundial.

A estimativa da CBMM é comercializar 45 mil toneladas de óxidos de nióbio até 2030.
















