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Os investimentos foram direcionados, sobretudo, à conclusão do projeto da planta de filtragem de rejeito e à substituição planejada de equipamentos na operação.

A entrada de pedidos aumentou organicamente em 3% em comparação com 2024, impulsionada pelos negócios de Serviços e Bombas, Ciclones e Válvulas (PC&V).

A redução nos resultados foi consequência da retração dos preços da alumina e da valorização da coroa norueguesa (NOK).

O lucro líquido do ano fiscal de 2025 foi de US$ 3,2 bilhões e o lucro por ação básico foi de US$ 4,13 (lucro líquido ajustado de US$ 2,9 bilhões e lucro por ação de US$ 3,85).

A margem de lucro operacional ajustada foi de 17,2% em 2025, em comparação com 20,7% em 2024.

Os aumentos refletiram uma estratégia de comercialização bem-sucedida, que permitiu à empresa maximizar as variações sazonais do preço do lítio e consolidar os lucros, graças à estratégia de precificação provisória da empresa.

Os produtos primários tiveram destaque com receita de líquida de R$1,2 bilhão, 13% a mais tanto em relação ao terceiro trimestre de 2024 quanto ao segundo trimestre de 2025.

Os resultados se devem aos menores preços realizados de alumina e à valorização da NOK (coroa norueguesa). Isso foi parcialmente compensado por maiores volumes de aluminio primário e alumina.



As receitas reportadas no primeiro trimestre totalizaram US$ 37,2 milhões (C$ 50,4 milhões)

Os investimentos incluíram aportes de crescimento e manutenção, mantidos em linha na comparação anual

Companhia vivenciou um ambiente macroeconômico cada vez mais volátil no segundo trimestre

NO brasil, As vendas líquidas foram de US$ 1,3 bilhão, abaixo dos US$ 1,5 bilhão no mesmo período do ano anterior

O lucro líquido alcançou o valor de R$ 2,1 bilhões no último ano

Ebitda chegou a R$ 2,9 bi no terceiro trimestre de 2021, 249% a mais que os R$ 826 mi registrados no mesmo trimestre de 2020.


































