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Prefeitura de Campo Alegre de Lourdes garante R$ 3 milhões
O município do Norte baiano aplicará os recursos em obras de infraestrutura para melhorar significativamente a qualidade de vida da população.
15 de dezembro, 2025
O CBPM é uma commodity/mineral importante no Brasil, com significativa participação no setor mineral nacional.
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O acordo reforça o papel estratégico da estatal na promoção do desenvolvimento socioeconômico da Bahia.

A partir de agora, a CBPM pode ser a principal detentora do direito minerário, tornando-o ativo e econômico para o estado da Bahia/

A Infravia, que dispõe de um aporte de 16 bilhões de euros destinados a investimentos no segmento, demonstrou interesse em conhecer a fundo as oportunidades que a Bahia oferece.

Os objetivos são fortalecer parcerias estratégicas, atrair investimentos e consolidar a Bahia como referência global no setor de rochas ornamentais.





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A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), concluiu com sucesso a primeira licitação de 2023.A licitação foi vencida pela Eco Mining.
Valor é 7% superior quando comparado ao ano anterior (R$ 9,6 bilhões).

Os aportes foram destinados à pesquisa mineral e para a modernização e aquisição de equipamentos.

A votação aconteceu pelo site da CBPM, onde o público escolheu as empresas de mineração e a personalidade de mineração.

O objetivo é identificar áreas potenciais para a ocorrência de depósitos minerais a 100 km de distância de cada lado dos trilhos da FIOL.

A mineração baiana cresceu 26% no primeiro semestre de 2022, enquanto a brasileira caiu 9%.

A Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia (SEPLAN) vai investir num estudo sobre o aproveitamento de resíduos da mineração.

Dos cinco projetos conduzidos pela CBPM, três já estão licitados e dois novos encontram-se em fase inicial de pesquisa.

Decreto dará maior celeridade ao setor, segundo o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Antonio Carlos Tramm.

A companhia se destacou pelos projetos socioambientais realizados nas comunidades vizinhas do município de Jacobina (BA), onde a Yamana opera.

Ao longo dos últimos dez anos – de 2010 a 2020 – a Bahia destinou mais R$ 1,8 bilhão à pesquisa mineral.

Atualmente a Bahia é o segundo maior produtor de esmeraldas do país.

Para o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, a verticalização da produção mineral na Bahia fortaleceria as próprias empresas.

As cidades com maior participação na PMBC foram Jacobina (18%), Caetité (16%), Itagibá (12%), Piatã (10%), Jaguarari (6%) e Barrocas (5%).

O material abrange a parte norte do Cráton do São Francisco e possibilita a identificação de novos depósitos minerais.

As vencedoras do leilão se comprometem a investir em pesquisas complementares e, posteriormente, iniciarem a produção mineral.

























